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E D I T O R I A L
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D E Z E M B R O / 2 0 1 2

Projeto de Brasília: Nem Lúcio Costa nem Oscar Niemeyer - José Pessoa foi o idealizador - O nosso país deveria se curvar perante aqueles que fizeram muito por nós, mas a história, sabe-se lá o motivo quis esquecer. A verdade é que, bem antes de Lúcio Costa e Oscar Niemeyer, um militar paraibano, chamado José Pessoa Cavalcanti de Albuquerque, sobrinho do ex-presidente Epitácio Pessoa, no início dos anos 50, fez o esboço e foi o precursor dos projetos iniciais da Capital Federal, atendendo a pedido do então presidente Getúlio Vargas. Os projetos foram recebidos anos depois pelo presidente João Café Filho, que o substituiu entre agosto/54 a novembro/55 (Vargas havia se suicidado em 1954).
José Pessoa projetou, por exemplo, toda a rede de águas e esgotos, tesourinhas e o lago Paranoá; projetou rodovias, ferrovias e apresentou todos os orçamentos. Foi ele quem programou que a água da Capital Federal viria do Rio São Bartolomeu e a energia do Rio Corumbá. A cidade seria chamada de "Vera Cruz". O estudo foi minucioso. Quando Juscelino Kubitschek resolveu construir Brasília os alicerces todos já existiam; e Lúcio Costa aproveitou todo esse trabalho e, junto com Oscar Niemeyer e outros arquitetos menos badalados, deram vida à cidade, mas, principalmente, receberam os créditos por tudo o que foi projetado. Não que não mereçam, mas José Pessoa era quem deveria ter sido o homem a ser creditado pelas ideias de boa parte do que existe hoje em Brasília. Só que o militar paraibano faleceu em agosto de 1959 e não pode se defender. A história não foi e nem é justa. Veja aqui um vídeo apresentado por Alexandre Garcia, da Rede Globo de Brasília. (Saiba mais sobre Brasília clicando aqui).
Aviação Comercial - "Notícias quentíssimas" da aviação comercial no Brasil e América do Sul:
1. As maiores aeronaves do mundo, atualmente em operação, são: 5ª) Lockheed Galaxy C5 (75,54 metros de comprimento; 19,85 metros de altura; peso vazio: 169,6 toneladas; peso máximo de decolagem: 379,6 toneladas). 4ª) Antonov AN124 (69,1 metros x 21,1 metros e peso máximo de decolagem de 405 toneladas. Superfície disponível para cargas: 43,7 metros x 6,4 metros x 4,4 metros - C x L x A). 3ª) Boeing 747-400ER (Transporta até 524 passageiros em classe única, tem 70,6 metros e aceita um peso máximo de decolagem de 412,7 toneladas). 2ª) Airbus A380 (Transporta 555 passageiros em três classes e 2 andares ou 840 passageiros em classe única econômica; possui 73 metros de comprimento por 24 metros de altura e decola com até 560 toneladas de peso bruto total). 1ª) Antonov AN-225 Mriya (Entrou em operação em 1989 e é uma versão ampliada do modelo AN124. Possui 84 metros de comprimento; aceita decolar com 600 toneladas de peso bruto total e possui espaço para cargas de 43,2 metros x 6,4 metros x 4,39 metros - C x L x A).
2.
Em Marana, no
estado americano do Arizona, cerca de 30
milhas a noroeste de Tucson, existe um
movimentado aeroporto público denominado
Pinal Airpark. O aeroporto parece
desproporcional a Marana, uma quente e
ressequida cidade de apenas 35 mil
habitantes, pois abriga uma enorme frota de
aeronaves comerciais, incluindo muitos
Boeing 747.
Entretanto, nenhuma companhia aérea opera
regularmente em Marana. Não há esteiras de
bagagem, nem grandes restaurantes, nem lojas
e nem guichês de companhias. Mas não há
silêncio, no entanto. Existe um ruído
constante, e irritante, de poderosas
máquinas industriais. Sua tarefa é reduzir
aeronaves a pedaços. Pinal Airpark é, na
verdade, um grande cemitério de aeronaves,
local do último pouso de aviões que, por
anos a fio, transportaram milhões de
passageiros ou milhares de toneladas de
carga durante sua vida útil.
Atualmente, o Pinal Airpark é
utilizado por um empresa privada, a
Evergreen, que instalou o Evergreen Aircraft
Maintenance Facility, dedicado à manutenção
de aeronaves temporariamente desativadas e
desmonte de aeronaves retiradas
definitivamente de serviço, além de
conversão de aeronaves de passageiros para
cargueiros e outras finalidades especiais. A
Evergreen converteu, por exemplo, um Boeing
747-100 para avião-bombeiro, atividade que
jamais deve ter sido imaginada por seus
projetistas originais.
Como resultado dessa atividade da
Evergreen, Marana recebe frequentemente
aeronaves, a maioria de grande porte, para a
morte. São aeronaves muito voadas, e cujo
custo de manutenção e operação já não
compensam. É caro manter uma aeronave
comercial em condições de
aeronavegabilidade, e esse custo vai
aumentando com a idade da aeronave. Chega a
um certo ponto que a aeronave já vale mais
desmontada do que inteira, e aí o seu
destino está selado.
Hoje, quase não existem mais
aeronaves como Boeing 707 e Douglas DC-8
sendo desmontados. Esses praticamente não
existem mais. Os aviões da vez são os Boeing
747-200, -300 e -400, 767, 757 e
McDonnell-Douglas DC-10, além de Airbus A300
e A320. Existem
muitos cemitérios de aviões nos Estados
Unidos. Podemos citar Mojave e Victorville,
na Califórnia, Goodyear e Kingman no
Arizona, e Opa-Loka na Flórida. Mas Pinal
Airpark se caracteriza pelo desmonte de
grandes aviões, como os Boeing 747 e os
McDonnell-Douglas DC-10. De certa forma, é
um tanto deprimente ver um avião desses
chegar voando ao aeroporto e ser desmontado
sem maiores cerimônias.
Hoje, o Pinal Airpark tem somente uma
pista ativa, a 12-30, com 2088 metros de
extensão. As demais pistas, do tempo da
Segunda Guerra Mundial, são usadas como
ponto de estacionamento de aeronaves. O
clima seco do deserto preserva as aeronaves
desativadas da famigerada corrosão
intergranular do duralumínio, o maior
fantasma das estruturas de avião. Embora se
pense o contrário, muitas aeronaves que
estão em Marana voltam a voar novamente,
depois de uma preservação cuidadosa feita
pela Evergreen.
Depois de algum tempo estacionada, se a
decisão do seu operador for pelo desmonte,
todos os equipamentos úteis e valiosos são
cuidadosamente removidos e colocados à
venda, como motores, instrumentos, trens de
pouso, APUs, aviônicos e outras peças. O
restante da estrutura é picado
por tesourões hidráulicos, montados em
veículos com lagartas, depois de limpos das
partes de plástico e isolamentos térmicos,
cujo destino é simplesmente o lixo. O metal
picado é vendido para reciclagem, e sai de
Marana em grandes caminhões-pranchas. É o
fim do avião.
Embora
seja um aeródromo público, o Pinal Airpark e
seu cemitério de aeronaves não é visitável.
Os poucos turistas que se arriscam recebem
um folheto de propaganda do Pima Air & Space
Museum, na vizinha cidade de Tucson, e são
convidados a se retirar. O Pima Museum não
deixa de ser um ótimo programa, sem dúvida,
mas a frustração de deixar de ver os grandes
jumbos sendo desmontados é grande. Para quem
vem voando, é possível pousar para abastecer
no aeródromo e depois sobrevoar o cemitério
a baixa altura, mas andar entre os aviões
armazenados é praticamente impossível.
Embora se trate de aeronaves desativadas, é
um patrimônio consideravelmente valioso, e é
justificável que seja cuidadosamente
guardado e preservado da deterioração e de
eventuais vandalismo. Definitivamente, o
Pinal Airpark não é um museu. Se fosse,
seria um dos mais visitados da região.
A VARIG possui diversas aeronaves lá
estacionadas (vide foto maior e um
DC-10 Cargo, cuidadosamente protegido, para
possível retorno às operações).
3. O ano de 2012 foi um dos piores da história para a aviação comercial brasileira. Se, por um lado, todos os recordes de volume de passageiros e cargos serão batidos, por outro lado as companhias brasileiras fecharão o ano com prejuízos bilionários. Vimos ainda o encerramento das operações da Webjet - através de um processo malicioso da GOL, com aval do CADE - órgão do Ministério da Justiça; a fusão da AZUL com a TRIP e a autorização para a validade do acordo operacional entre LAN e TAM, com a formação da LATAM, maior grupo de transporte da América Latina e um dos maiores do mundo. O preço das passagens aéreas - e a concorrência que Webjet e outras faziam (e ainda tentam fazer) - é uma das justificativas, mas eu, pessoalmente, não aceito apenas isso. A administração da GOL e TAM são muito ruins, com profissionais de pouca experiência para a função em cargos-chave além da politicagem exagerada. As empresas adquiriram aeronaves novas, grandes e caras e não estavam preparadas; a INFRAERO dá um apoio péssimo para companhias e passageiros e as passagens, sim, caíram de preço. Veja o preço médio das passagens aéreas no país nos últimos anos: 2002 (R$ 498,04); 2003 (R$ 550,90); 2004 (R$ 578,42); 2005 (R$ 556,34); 2006 (R$ 509,00) ; 2007 (R$ 372,80); 2008 (R$ 513,81); 2009 (R$ 370,80); 2010 (R$ 303,20); 2011 (R$ 282,67); e 2012 - "de janeiro a julho" (R$ 272,64). Em 2003 foram transportados 37 milhões de passageiros e 2012 deve fechar com 107 milhões. Como então explicar isso? Lógico que a margem de ganho caiu muito, mas o Real e o Dólar permaneceram estáveis, a inflação controlada e o ganho deveria ser no volume (atacado). Agora as empresas querem recuperar tudo em poucos dias chegando ao absurdo de cobrar R$ 7.841,00 por uma passagem de ida e volta entre São Paulo e Fortaleza (31.12.2012). Reforçando parte da minha tese, André Catellini, especialista em aviação, o prejuízo também é reflexo de erros de estratégia cometidos pelas empresas. “Houve agressividade demais por parte das companhias aéreas, muita compra de muitas aeronaves, e esse número de aeronaves, acabou se verificando, foi além do que o país está pronto para absorver”, explica.
4.
O pneu de um avião comercial da
Air Berlin, com 249 passageiros a bordo,
explodiu em Phuket, na Tailândia, em um
pouso de emergência provocado por problemas
no motor, informou nesta sexta-feira (21) o
diretor do aeroporto. O Airbus A330-223, prefixo
D-ABXA, cujo destino era Abu Dhabi, teve dificuldades uma hora
após a decolagem e precisou retornar à ilha de Phuket (voo AB-7425).
Nenhum dos passageiros se feriu no incidente
// governo de Portugal decidiu não
vender a companhia aérea TAP à Synergy
Aerospace, dona da Avianca, depois que o
único candidato à privatização da empresa
portuguesa falhou na entrega das garantias
bancárias necessárias. A informação é da
agência 'Reuters'.
O grupo Synergy, do empresário German
Efromovich, apresentou na semana passada uma
proposta de R$ 4 bilhões para adquirir a
companhia aérea TAP. Com o sucesso da
negociação, a Avianca passaria a liderar o
mercado de voos do Brasil para a Europa.
Segundo informações da imprensa
portuguesa, o Synergy não teria apresentado
uma garantia bancária de € 25 milhões dos €
35 milhões que ficariam para o Estado (a
empresa pertence ao governo).
// O bilionário britânico Richard
Branson, fundador do grupo Virgin, será
"aeromoça" da companhia aérea malaia AirAsia
por um dia em maio para pagar uma aposta
perdida, publicou nesta quinta-feira a
imprensa malaia.
Branson, de 62 anos, se disfarçará com um
uniforme feminino e servirá os passageiros
de um voo entre Kuala Lumpur e Londres dois
anos após perder uma aposta sobre Fórmula 1,
anunciou o executivo-chefe da AirAsia e
amigo de Branson, Toni Fernandes.
da a arrecadação desse voo será
destinada a uma organização humanitária
escolhida pelo bilionário britânico, que tem
fortuna estimada em US$ 4,2 bilhões.
// 2012 deve fechar com o share de mercado
da aviação comercial brasileira na seguinte
base (voos nacionais): TAM, com 41,1%
do mercado local; Gol, com 33,9%; Azul
(9,35%) - que se fundiu este ano com a Trip
(4,53%) e em seguida Avianca (5,95%).
// O avião regional Embraer 190, da
brasileira Embraer, obteve permissão para
operar na Rússia.
Apesar de a imprensa local temer uma
eventual competição com seu par russo, SSJ-100
(Sukhoi Superjet), especialistas acreditam
que cada aeronave encontrará seu nicho no
mercado da CEI (Comunidade de Países
Independentes, composta por ex-repúblicas
soviéticas) e que não se deve temer a
concorrência por parte da empresa
brasileira. //
Para garantir que o sinal de Wi-Fi dentro de
um avião funcione de forma adequada e,
principalmente, não cause problemas aos
sistemas de navegação da aeronave, os
fabricantes precisam executar testes
meticulosos. A
Boeing, uma das maiores fabricantes de
aviões do mundo, utiliza uma técnica
curiosa: batatas. Os engenheiros da empresa
encheram uma aeronave com mais de nove
toneladas de batatas para simular o efeito
que os corpos humanos produzem quando
encontram as ondas de rádio.
Dessa maneira, é possível calcular
exatamente como as ondas se propagam, assim
como posicionar de forma mais eficiente os
equipamentos e melhorar o sistema como um
todo. O método escolhido pela empresa
diminuiu o tempo dos testes de duas semanas
para apenas algumas horas.
A empresa conta no vídeo como é
difícil otimizar o sinal de Wi-Fi dentro de
um avião e como até mesmo os encostos das
poltronas podem interferir na qualidade do
sinal. // A
Ryanair passou a contar com uma frota de 305
aviões Boeing 737-800, com a entrega pelo
fabricante norte-americano dos dois últimos
aparelhos da encomenda atual da 'low cost'.
A compra de aviões a preços
fortemente descontados, aproveitando um
período de crise de encomendas, tem sido
apontada como um dos pilares da capacidade
competitiva da Ryanair.
FONTES:
Portal Brasil, ANAC, Infraero, TAM, GOL, PressTur,
Boeing, Embraer, Airbus,
http://desastresaereosnews.blogspot.com.br e
http://culturaaeronautica.blogspot.com.br/.
Rapidinhas...
- Está cada vez mais difícil para Bruno Senna continuar na fórmula 1 em 2013. Kamui Kobayashi, excelente piloto da Sauber, mesmo com US$ 8 milhões em patrocínios de empresas japonesas e fãs, que fizeram arrecadação mundial buscando lugar em alguma equipe competitiva, já "jogou a toalha" e disse que não corre ano que vem. Deve participar de algum campeonato de turismo para se manter em atividade; o japonês pretende voltar em 2014. Romain Grosjean já foi confirmado pela Lotus (lugar que era cobiçado pelo japonês) e agora só existem dois lugares: na Force India (equipe bastante competitiva, que só tem confirmado Paul di Resta) e na Caterham (que confirmou Charles Pic apenas). Bruno Senna disputa as vagas com Vitaly Petrov, Luiz Razia e Heikki Kovalainen (fora algum novato endinheirado).
- Sou fã do ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal e relator do mensalão, mas fiquei decepcionado com a decisão de não prender imediatamente os réus condenados. Na verdade estou cansado de tanta politicagem e falsidade. Um ladrão de galinhas vai preso; um empresário que não paga impostos vai preso; mas uma quadrilha condenada, que roubou milhões diretamente e bilhões indiretamente do país e da população, fica aí solta, para fazer mais roubo. É uma vergonha isso e cada vez mais penso que devo me mudar desse país de hipócritas.
- Nesse natal eu reflito sobre as minhas convicções. Acredito piamente em Deus; acredito em boa parte da Bíblia (aquela parte em que o homem não "meteu a mão"); acredito em pessoas boas de coração e acredito em padres e pastores que trabalham por convicção. Entretanto eu não acredito nas igrejas, nem na maioria dos padres e dos pastores das grandes cidades. Já experimentei todas as principais religiões, procurei entender, observar comportamentos, interesses, amizades e os sonhos de cada um. Cheguei à conclusão que o homem é um só: que, com raras e brilhantes exceções, pensam em si acima dos outros, que possuem inveja e seguem o lema "faça o que eu falo, mas não faça o que eu faço". Realmente eu penso que o retorno de Jesus deve estar próximo; como pode existir tanta gente perdida, com falsos sentimentos e um sorriso sincero no rosto, mas maroto no coração...???
Quinzena que vem tem mais....
Abraços,
Fernando
Toscano
Editor do Portal Brasil
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