|
Área Cultural |
Área Técnica |
|
Ciência
e Tecnologia
- Colunistas
- Cultura
e Lazer |
Aviação
Comercial -
Chat
- Downloads
- Economia |
E D I T O R I A L
1 6 /
J U L H O / 2 0 1 2

O
PIB
brasileiro
não vai
às
Olimpíadas
-
As
Olimpíadas
vêm aí
(dia
27).
Para
variar o
Brasil
vai ser
um mero
coadjuvante;
uma país
que se
gaba de
ser a 6ª
economia
mundial,
após
Estados
Unidos,
China,
Japão,
Alemanha
e França
- à
frente
da
Inglaterra,
Itália,
Espanha,
Canadá,
Austrália,
Índia,
Rússia,
Coreia
do Sul.,
etc.
Realmente
a 6ª
economia
mundial
vai bem,
mas em
grande
parte
devemos
isso à
China,
que
necessita
da
matéria-prima
brasileira
em larga
escala
para
sustentar
o seu
crescimento,
e à
Petrobras
que
possui quase
1/6 da
riqueza
do nosso
país.
Na
verdade
somos um
país
pobre,
sofrido;
uma
população
que
sorri
por uma
vitória
do
futebol,
uma
vitória
de um
piloto
brasileiro
no
automobilismo;
por um
vôlei de
alta
qualidade
e alguns
atletas
especiais
na
natação,
no judô,
na
ginástica,
na vela
e no
atletismo.
Venhamos e convenhamos! Falta muito para o Brasil ser um país evoluído. Não temos educação de qualidade, nem saúde, nem segurança, nem transportes, nem infraestrutura e, pasmem todos: a sexta economia mundial têm milhões de pessoas do seu povo passando fome e sede em pleno século XXI. Na questão social o Brasil não está no nível de nenhum país europeu, da América do Norte e nem da Oceania - e também atrás de muitos da Ásia e da própria América do Sul.
No esporte é exatamente a mesma coisa; nossos melhores atletas estão em evolução e são destaques porque treinam no exterior com equipamentos, técnicos e estrutura que podem fazê-los evoluir - com raríssimas e brilhantes exceções. Não creio que possamos chegar a 20 medalhas - se muito serão 15. No total o Brasil possui 91 medalhas. Alguns exemplos e países desenvolvidos com população muito inferior à nossa (portanto menores probabilidades de atletas excepcionais), mas com investimento no esporte e, lógico, resultados: Austrália (441 medalhas); Áustria (287); Bélgica (144); Bulgária (218); Canadá (405); China (430); Cuba (194); República Tcheca (168); Dinamarca (171); Finlândia (455); França (730); Alemanha (719); Grã-Bretanha (737); Hungria (464); Itália (628); Japão (397); Coreia do Sul (260); Holanda (332); Noruega (447); Polônia (275); Romênia (293); Rússia (406); União Soviética (1.204); Suécia (604); Suíça (308); Estados Unidos (2.550 - 1.017 são de ouro). Para cada medalha ganha pelo Brasil os Estados Unidos - com tamanho e população equivalentes - ganhou 28.
Torço muito para que o Brasil deixe esse estigma de "País do Futuro" para ser o "País do Presente".
São Paulo implanta o 9º dígito em sua rede de telefonia - A implantação do 9º dígito nos números de celular de código de área 11 exigiu um investimento de R$ 300 milhões das operadoras que atuam na região, de acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Os recursos foram utilizados em adaptações nas redes de telecomunicações e no sistema de suporte à prestação do serviço de telefonia móvel.
O uso do 9º dígito na área 11, que reúne 64 municípios, começa a valer no próximo dia 29 de julho. Durante dez dias, porém, quem esquecer de acrescentar o 9 antes do número de telefone não perceberá mudança alguma, mas, a partir do dia 7 de agosto, os consumidores vão ouvir uma mensagem caso digitem um número com apenas oito dígitos. As operadoras poderão escolher se completam ou não a chamada depois que o usuário ouvir a mensagem. Depois do dia 16 de outubro, nenhum usuário - seja de dentro ou fora da área 11 - conseguirá completar uma chamada sem usar o 9º dígito.
Com o acréscimo do 9º dígito, o número de possibilidades de combinações numéricas, na área 11, salta de 44 milhões para 90 milhões. A expectativa da agência é que o número seja suficiente para atender a demanda até 2025. Atualmente, a Anatel já atribuiu cerca de 42 milhões de números na área 11, sendo que 34,2 milhões estão em posse de usuários.
Rapidinhas...
- A Casa Branca divulgou sua perspectiva revisada para a economia dos Estados Unidos, no qual prevê uma taxa de desemprego e déficits menores que o inicialmente estimados pela administração do presidente Barack Obama. Contudo, as projeções para o crescimento foram revisadas para baixo. O governo americano projeta agora um crescimento econômico de 2,3% em 2012 e de 2,7% em 2013, comparado com uma estimativa anterior de 2,7% em 2012 e de 3% em 2013. Essa projeção, como sempre, presume a adoção das políticas propostas pelo presidente, que muitos republicanos no Congresso têm repetidamente declarado que não irão apoiar.
- Em meia a uma forte recessão, como há cerca de 40 anos não se via no Reino Unido, a abertura da 30ª Olimpíada de Verão, em Londres, já tem um sabor de vitória para os britânicos. Com um orçamento de cerca de 9,3 bilhões de libras (US$ 14,6 bilhões) — valor do investimento público —, menos de 25% do que foi gasto na Olimpíada anterior, a de Pequim — na qual foram gastos US$ 70 bilhões —, os funcionários do comitê organizador dos jogos apostam no entusiasmo local, para fazer destes Jogos Olímpicos da recessão um sucesso, mesmo com as dificuldades econômicas que refrearam ao máximo os gastos com o evento.
- O presidente da França, François Hollande, a intervenção do Conselho de Segurança das Nações Unidas na Síria, “o mais rapidamente possível”, em meio a relatos de combates intensos em Aleppo, a maior cidade do país. “Mais uma vez me dirijo à Rússia e à China... que levem em consideração que isso vai se tornar uma guerra civil, um caos, se Bashar al-Assad não for interrompido em algum ponto”, disse Holland, falando do sul da França para a televisão francesa.
Quinzena que vem tem mais....
Abraços,
Fernando
Toscano
Editor do Portal Brasil
TODOS OS DIREITOS RESERVADOS AO SEU AUTOR.
FALE CONOSCO ==> CLIQUE AQUI